As crianças moçambicanas vivem um ciclo de destruição sem tréguas.
Depois de um 2025 fustigado pelos ciclones Dikeledi e Jude, 2026 trouxe ventos de 200 km/h que arrancaram os tetos das poucas casas, escolas e centros de saúde que ainda restavam.
Tudo o que havia… levado pelas tempestades. E o que havia já era quase nada.
Antes destas cheias, mais de 1 milhão de crianças já precisavam de ajuda humanitária. Uma em cada seis crianças sofria de subnutrição aguda.
Agora a situação agravou-se, mais:
- 350 mil crianças foram afetadas pelas cheias, muitas delas perderam as suas casas e ficaram sem acesso a água segura, alimentos e escola
- 166 mil casas foram inundadas
- Culturas destruídas e quase meio milhão de animais mortos
Sem alimentos suficientes e com água contaminada, aumentam os riscos de cólera, diarreia aguda, febre tifoide, entre outras.
Sem nada… quem fica?